Como quase tudo no marketing, de tempos em tempos uma nova palavra em inglês invade o dia a dia do mundo dos negócios e vira uma verdadeira febre. Foi assim com  Feedback, Bechmarking, Downsizing, ROI, Storytelling e por aí vai. A lista destes termos é imensa.

Hoje, em alguns segmentos de mercado um dos termos de mais uso e mais atenção é o tal do Lead. Assim como o Foodtruck é a antiga Kombi do cachorro quente, o Lead nada mais é do que o contato de um possível cliente. O “prospect” para usar outro termo em inglês, que já teve o seu auge.

Mas há algo de novo nisso tudo: a internet.

Hoje em dia, o consumidor, que não é um consumidor novo, uma pessoa diferente, nada mais é do que o mesmo consumidor, as mesmas pessoas, só que com novos hábitos. E entre eles está o e-shopper e o showrooming, para mantermos a nossa linha de usarmos os famosos termos americanizados. Agora o consumidor tem uma rama poderosa em suas mãos: o smartphone (Olhe outro termo gringo aqui).

Estamos na era da pesquisa de preços. Tempo de concorrentes distantes um do outro. A loja da esquina concorre com uma pequena loja virtual de uma estudante de Curitiba. A franquia do shopping perde vendas para o site da marca.

Os sites são fontes de pesquisa, consulta, informação, comparação e escolha. Por isso, captar Leads segmentados, é a construção de um patrimônio. A internet permitiu a coleta barata de pessoas interessadas no seu produto, na sua empresa. O consumidor investiu tempo acessando, pesquisando e preenchendo formulários. A maioria deles, realmente está interessada, e um bom percentual efetivamente comprará seus produtos.

Mas vale lembrar: quantas vezes o cliente investiu o tempo dele, pegou trânsito, foi ao shopping, lutou por uma vaga no estacionamento, entrou na sua loja, comprou e sua equipe de vendas nem tentou pegar o email dele.

Ou seja: construir uma base de contatos é fundamental. Seja através da internet, na sua loja, com sua equipe de vendas ou com uma promoção ou propaganda.

 

Americo Neto | Sócio-diretor da Viamídia

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